sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Olhar no tempo se dá igual o desejo fora da realidade,
Sob os sonhos celebres em doses de paixões,
Caem como a chuva desatina minha voz,
Sobre seu corpo lindo divide em soneto,
Suas linhas falam ao horizonte e o tempo para,
Entre face morte beija minha alma,
Esqueço existência dela que mi deixa viver,
Só para te você minha amada eternidade,
Não importa o tempo que passou diante meus olhos,
Velado aos passos da morte voraz,
Frágil vida do seu coração controla meus desejos,
Mais famintos de vida clamando por amor,
Abre encruzilhadas de duvidas e certezas,
Que o amor tem varias fronteiras e uma só direção,
Do qual tem suas próprias versões,
Mesmo depois da sua morte ainda te amo.
Sem a mesma esperança devorando os dias,
Sem importa quanto tempo ao distancia percorrida para te encontrar,
Meu diamante sois raro sua alma compartilha a minha tempestade,
Dão faces aos trovões de fúria rebatem a solidão,
Pelas pontes do horizonte gravo seu nome,
Na eternidade imagino você em cada pessoa,
Que vejo sua face se reflete em belezas singulares,
Sua voz deixou sensações que não encontro mais,
Mesmo novos amores não tem o brilho da sua lua cheia,
Nem do amanhecer falta algo e é você minha Deusa Afrodite.
Deusa do amor faz tudo parecer tão fácil amar que flores se transpõem seus desejos.
Mesmo no além, seus espinhos dão frutos de um olhar desejado,
Marcas volúpias fogosas gotas remetem promessas de um futuro,
Desejado sonhado sumiu sem deixar rastro da sua existência,
Pratico explorar pontos de desejo entre as noites passadas,
Sons brilham nos raios de sol na noite mais escura,
Seus olhos transavam sentimentos que iluminavam minha alma
Fragmentada de qualquer emoção deixada sobre um deserto,
Para morrer de sede sem meu amor,
Mas vidas trás novas sintonias a esse amor uma viajem entre eras,
Espoem o pôr-do-sol exclamado aos relatos desejados,
Mulheres mortais tentam mais não a comparação,
Dela basta só som da musica tocada naquela alma imortal,
Tudo muda sol em noite morte em vida.
De certezas ao florescer de amar sem morrer,
Essa musica toca na minha alma sempre vertendo sangue desse meu coração.
Sob os sonhos celebres em doses de paixões,
Caem como a chuva desatina minha voz,
Sobre seu corpo lindo divide em soneto,
Suas linhas falam ao horizonte e o tempo para,
Entre face morte beija minha alma,
Esqueço existência dela que mi deixa viver,
Só para te você minha amada eternidade,
Não importa o tempo que passou diante meus olhos,
Velado aos passos da morte voraz,
Frágil vida do seu coração controla meus desejos,
Mais famintos de vida clamando por amor,
Abre encruzilhadas de duvidas e certezas,
Que o amor tem varias fronteiras e uma só direção,
Do qual tem suas próprias versões,
Mesmo depois da sua morte ainda te amo.
Sem a mesma esperança devorando os dias,
Sem importa quanto tempo ao distancia percorrida para te encontrar,
Meu diamante sois raro sua alma compartilha a minha tempestade,
Dão faces aos trovões de fúria rebatem a solidão,
Pelas pontes do horizonte gravo seu nome,
Na eternidade imagino você em cada pessoa,
Que vejo sua face se reflete em belezas singulares,
Sua voz deixou sensações que não encontro mais,
Mesmo novos amores não tem o brilho da sua lua cheia,
Nem do amanhecer falta algo e é você minha Deusa Afrodite.
Deusa do amor faz tudo parecer tão fácil amar que flores se transpõem seus desejos.
Mesmo no além, seus espinhos dão frutos de um olhar desejado,
Marcas volúpias fogosas gotas remetem promessas de um futuro,
Desejado sonhado sumiu sem deixar rastro da sua existência,
Pratico explorar pontos de desejo entre as noites passadas,
Sons brilham nos raios de sol na noite mais escura,
Seus olhos transavam sentimentos que iluminavam minha alma
Fragmentada de qualquer emoção deixada sobre um deserto,
Para morrer de sede sem meu amor,
Mas vidas trás novas sintonias a esse amor uma viajem entre eras,
Espoem o pôr-do-sol exclamado aos relatos desejados,
Mulheres mortais tentam mais não a comparação,
Dela basta só som da musica tocada naquela alma imortal,
Tudo muda sol em noite morte em vida.
De certezas ao florescer de amar sem morrer,
Essa musica toca na minha alma sempre vertendo sangue desse meu coração.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Evanescence - What You Want
Tempestades, no horizonte de guerras de paixões nostálgicas,
Falange de fantasmas de uma passagem hibrida de uma canção,
Tocada em pontos desconhecidos de uma mulher apaixonada.
Valores pardos descoloridos as palavras de pessoas veladas,
Ao amor tocado nos lábios macios com ternura amava,
Como as lagrimas tocavam vários corações e só um respondia,
Em claras vistas cometidas pensamentos,
São derramados em uma vasta esplendorosa cachoeira perdida no tempo.
Horizontes afirmantes desse amor compelido a desejos profundos,
Extremos a sinônimos largam cada vez as notas inodoras,
Daqueles lábios carnudos desejando sentindo cada gozo inesperado,
Frações do tempo da distancias são colocados como uma canoa no rio lascado,
Em profundos lamentos seu corpo desaba em prazeres de adornos inimagináveis gritos de prazer são tocados como a um piano,
A cada nota sentida uma gota gozada na mais larga deslumbrei-o soava as arpas suas pernas,
Desejando que a noite nunca termine e isso só aumenta suas investidas involuntárias transformando lamento em prazeres sem limites,
Sinuosas farpas colocam um teorema naqueles lábios fazendo fenomenais cariciam imagináveis partes desejando cada momento,
Pedindo que o tempo parecesse tudo nessa vida como só eles existissem na terra.
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