sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Olhar no tempo se dá igual o desejo fora da realidade,
Sob os sonhos celebres em doses de paixões,
Caem como a chuva desatina minha voz,
Sobre seu corpo lindo divide em soneto,
Suas linhas falam ao horizonte e o tempo para,
Entre face morte beija minha alma,
Esqueço existência dela que mi deixa viver,
Só para te você minha amada eternidade,
Não importa o tempo que passou diante meus olhos,
Velado aos passos da morte voraz,
Frágil vida do seu coração controla meus desejos,
Mais famintos de vida clamando por amor,
Abre encruzilhadas de duvidas e certezas,
Que o amor tem varias fronteiras e uma só direção,
Do qual tem suas próprias versões,
Mesmo depois da sua morte ainda te amo.
Sem a mesma esperança devorando os dias,
Sem importa quanto tempo ao distancia percorrida para te encontrar,
Meu diamante sois raro sua alma compartilha a minha tempestade,
Dão faces aos trovões de fúria rebatem a solidão,
Pelas pontes do horizonte gravo seu nome,
Na eternidade imagino você em cada pessoa,
Que vejo sua face se reflete em belezas singulares,
Sua voz deixou sensações que não encontro mais,
Mesmo novos amores não tem o brilho da sua lua cheia,
Nem do amanhecer falta algo e é você minha Deusa Afrodite.
Deusa do amor faz tudo parecer tão fácil amar que flores se transpõem seus desejos.
Mesmo no além, seus espinhos dão frutos de um olhar desejado,
Marcas volúpias fogosas gotas remetem promessas de um futuro,
Desejado sonhado sumiu sem deixar rastro da sua existência,
Pratico explorar pontos de desejo entre as noites passadas,
Sons brilham nos raios de sol na noite mais escura,
Seus olhos transavam sentimentos que iluminavam minha alma
Fragmentada de qualquer emoção deixada sobre um deserto,
Para morrer de sede sem meu amor,
Mas vidas trás novas sintonias a esse amor uma viajem entre eras,
Espoem o pôr-do-sol exclamado aos relatos desejados,
Mulheres mortais tentam mais não a comparação,
Dela basta só som da musica tocada naquela alma imortal,
Tudo muda sol em noite morte em vida.
De certezas ao florescer de amar sem morrer,
Essa musica toca na minha alma sempre vertendo sangue desse meu coração.
Sob os sonhos celebres em doses de paixões,
Caem como a chuva desatina minha voz,
Sobre seu corpo lindo divide em soneto,
Suas linhas falam ao horizonte e o tempo para,
Entre face morte beija minha alma,
Esqueço existência dela que mi deixa viver,
Só para te você minha amada eternidade,
Não importa o tempo que passou diante meus olhos,
Velado aos passos da morte voraz,
Frágil vida do seu coração controla meus desejos,
Mais famintos de vida clamando por amor,
Abre encruzilhadas de duvidas e certezas,
Que o amor tem varias fronteiras e uma só direção,
Do qual tem suas próprias versões,
Mesmo depois da sua morte ainda te amo.
Sem a mesma esperança devorando os dias,
Sem importa quanto tempo ao distancia percorrida para te encontrar,
Meu diamante sois raro sua alma compartilha a minha tempestade,
Dão faces aos trovões de fúria rebatem a solidão,
Pelas pontes do horizonte gravo seu nome,
Na eternidade imagino você em cada pessoa,
Que vejo sua face se reflete em belezas singulares,
Sua voz deixou sensações que não encontro mais,
Mesmo novos amores não tem o brilho da sua lua cheia,
Nem do amanhecer falta algo e é você minha Deusa Afrodite.
Deusa do amor faz tudo parecer tão fácil amar que flores se transpõem seus desejos.
Mesmo no além, seus espinhos dão frutos de um olhar desejado,
Marcas volúpias fogosas gotas remetem promessas de um futuro,
Desejado sonhado sumiu sem deixar rastro da sua existência,
Pratico explorar pontos de desejo entre as noites passadas,
Sons brilham nos raios de sol na noite mais escura,
Seus olhos transavam sentimentos que iluminavam minha alma
Fragmentada de qualquer emoção deixada sobre um deserto,
Para morrer de sede sem meu amor,
Mas vidas trás novas sintonias a esse amor uma viajem entre eras,
Espoem o pôr-do-sol exclamado aos relatos desejados,
Mulheres mortais tentam mais não a comparação,
Dela basta só som da musica tocada naquela alma imortal,
Tudo muda sol em noite morte em vida.
De certezas ao florescer de amar sem morrer,
Essa musica toca na minha alma sempre vertendo sangue desse meu coração.
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Evanescence - What You Want
Tempestades, no horizonte de guerras de paixões nostálgicas,
Falange de fantasmas de uma passagem hibrida de uma canção,
Tocada em pontos desconhecidos de uma mulher apaixonada.
Valores pardos descoloridos as palavras de pessoas veladas,
Ao amor tocado nos lábios macios com ternura amava,
Como as lagrimas tocavam vários corações e só um respondia,
Em claras vistas cometidas pensamentos,
São derramados em uma vasta esplendorosa cachoeira perdida no tempo.
Horizontes afirmantes desse amor compelido a desejos profundos,
Extremos a sinônimos largam cada vez as notas inodoras,
Daqueles lábios carnudos desejando sentindo cada gozo inesperado,
Frações do tempo da distancias são colocados como uma canoa no rio lascado,
Em profundos lamentos seu corpo desaba em prazeres de adornos inimagináveis gritos de prazer são tocados como a um piano,
A cada nota sentida uma gota gozada na mais larga deslumbrei-o soava as arpas suas pernas,
Desejando que a noite nunca termine e isso só aumenta suas investidas involuntárias transformando lamento em prazeres sem limites,
Sinuosas farpas colocam um teorema naqueles lábios fazendo fenomenais cariciam imagináveis partes desejando cada momento,
Pedindo que o tempo parecesse tudo nessa vida como só eles existissem na terra.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Sobre a sombra da morte,
Um pássaro leva minha alma,
Em um sonho que vivo na assas,
Da morte.
Dão contraste com a cidade dos anjos,
Então sinto seu coração bater,
Na minha solidão,
Do tempo que imagino,
Seu corpo ao meu lado no deleite,
Da noite tua alma em meu coração,
Como fosse uma só pessoa,
Em gotas de sonhos sinto a vida,
Voltar em um momento,
Que vi que existiria felicidade,
Nessa vida após a eternidade.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
domingo, 9 de outubro de 2011
Profundos vales de tesão.
Por: Celso Roberto Nadilo
De vales profundos gorjeios,
nas perigosas entranhas,
corais de beleza flâmulas olhares,
De pequenas lascas de gozos,
Pairam nas florestas entre suas pernas,
Clareiras desempenham o desejo,
de uma gruta profunda reluzentes luzes,
duas figurantes fissuras feita diamantes,
luz tremeluzente espreita cada parte do prazer,
de enfeites em suas coxas combinam relevantes,
lábios do horizonte orgias pensativas.
nas perigosas entranhas,
corais de beleza flâmulas olhares,
De pequenas lascas de gozos,
Pairam nas florestas entre suas pernas,
Clareiras desempenham o desejo,
de uma gruta profunda reluzentes luzes,
duas figurantes fissuras feita diamantes,
luz tremeluzente espreita cada parte do prazer,
de enfeites em suas coxas combinam relevantes,
lábios do horizonte orgias pensativas.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Jewel Kilcher - Near You Always - woodstock 99
Afinidades e adversidades no coração.
Eu fugi dessa cidade,
Eu fugi dessa realidade,
Nessa vida dessa cidade,
Eu fujo para outra realidade,
Nessa vida despertei em outra realidade...
Não ti vi,
Partiu para eternidade,
Então agora fujo,
Outra realidade,
Fujo,
Outra vida nessa cidade,
Finjo,
Estar na eternidade,
Não ti vejo nessa realidade,
Não vejo que partiu dessa cidade,
Finjo estar nessa realidade,
Desperto para outra realidade
Eu fugi dessa cidade,
Eu fugi dessa realidade,
Nessa vida dessa cidade,
Eu fujo para outra realidade,
Nessa vida despertei em outra realidade...
Não ti vi,
Partiu para eternidade,
Então agora fujo,
Outra realidade,
Fujo,
Outra vida nessa cidade,
Finjo,
Estar na eternidade,
Não ti vejo nessa realidade,
Não vejo que partiu dessa cidade,
Finjo estar nessa realidade,
Desperto para outra realidade
Affinities and adversity in the heart.
I fled that city,
I ran this reality,
In this life of this city,
I run away to another reality,
In this life I awoke in another reality ...
Do not you see,
He left for eternity
So now run away,
Another reality,
flee,
Another life in that city,
pretend,
Being in eternity,
Do not you see that reality,
I do not see who left that city,
I pretend to be in this reality,
Awake to another reality.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
almas famintas um coração exposto,desejos profundo elementos fazem o céu ser um pequeno lugar, a um ser faminto, por cada parte desse corpo,
que tem a alma tão cheia de pecados ,luxúria se torna o bel-prazer, daqueles espíritos volúveis que você é domada como fosse uma égua selvagem,desses domínios sou uma vitima ou talvez seja tão perdido quando ela e assim aos dogma do seu corpo escultural.
Amor é fogo que arde sem se ver;
Luís de Camões
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
É querer estar preso por vontade
É servir a quem vence o vencedor,
É ter com quem nos mata lealdade.
Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade;
Se tão contrário a si é o mesmo amor?
Amor quando é amor não definha
E até o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado."
William Shakespeare
E até o final das eras há de aumentar.
Mas se o que eu digo for erro
E o meu engano for provado
Então eu nunca terei escrito
Ou nunca ninguém terá amado."
domingo, 2 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Secret destroyers, hold you up to the flames
And what do I get, for my pain
Betrayed desires, and a piece of the game
Even though I know - I suppose I'll show
All my cool and cold-like old job
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Someone will say what is lost can never be saved
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Now I'm naked, nothing but an animal
But can you fake it, for just one more show
And what do you want, I want change
And what have you got
When you feel the same
Even though I know - I suppose I'll show
All my cool and cold-like old job
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Someone will say what is lost can never be saved
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Tell me I'm the only one
Tell me there's no other one
Jesus was an only son yeah
Tell me I'm the chosen one
Jesus was an only son for you
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Someone will say what is lost can never be saved
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
Despite all my rage I am still just a rat in a
Despite all my rage I am still just a rat in a
Despite all my rage I am still just a rat in a cage
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
aromas de uma mulherPor: Celso Roberto Nadilo
Pequenos sonhos se tornam pensamentos pesado
Sensações perdidas em despedida
Aromas dessas sensações traspõem,
Pensamentos de desejos horizontais,
Compõem sintonias murmuradas,
A luz jorrada expelida de emoções,
Compelidas a uma variação,
De uma musica vibrante,
Entrando e saindo do seu corpo.
as labaredas de uma mulher.Por: Celso Roberto Nadilo
Primeiro foram ao longo de um correndo negro,
como um trovão rolando nas nuvens,
Não se mexeu naquele momento,
A feitiçaria começou alucinando,
atigindo como uma fosse,
por uma lance da sombra da morte,
Ao deparar com ela se espalha,
a destruição em meio incontáveis corações.
Eram jogados de lado e outros tomaram lhe,
o lugar como um vulto hediondo lentamente,
pisando e esmagando os caídos sem se importar,
Com os sentimentos aleios a uma alma apaixonada,
Não notava a diferença entre um amor e uma aventura ou ate uma paixão
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
man-eater.
By: Celso Roberto Nadilo
His will and the desire to cross transpoen any kind of limit,
finally arrived and I was beyond shame of your mind,
otherwise very quiet with a wide ESPONSE ESSEC,
the unknown frontiers wanton slowly undressed.
Going through the whole body after a naughty smile winding
Transfomer slowly feeling his body to its extreme,
the devastation of innocence stripped horny brutal struggle for pleasure,
imaginable between the legs an eternal moment.
Seeking to find a flowing liquid is freed,
tenaciously fought on horseback without direction fertilized,
thoughts on the most profligate pure innocence.
In that world of men from their ghostly ...
uncontrolled leg fighting in the freedom of ...
fainting with lust feelings of other passions.
devoradora de homens.Por: Celso Roberto Nadilo
Sua vontade de atravessar o desejo e transpoen qualquer tipo de limite,
chegava finalmente e ficava além de qualquer pudor de sua mente,
de qualquer forma muito tranquila com uma vasta essêcia esposta,
a fronteiras desconhecidas lentamente se despia devassamente.
Percorrendo o corpo inteiro depois de um sorriso safado sinuoso,
transfomava lentamente tateando o corpo em seus extremos,
na devastação de tesão despia a inocência brutal luta de prazeres,
imagináveis entre as pernas um momento eterno.
Que procurava encontrou um liquido escorria se libertava,
tenazmente lutava em cavalgadas sem direção fertilizava,
os pensamentos mais devassos na pura inocência.
Naquele mundo fantasmagorico de homens entre suas...
pernas lutava descontrolada na liberdade do...
desfalecimento de tesão sensações de outras paixões.
domingo, 25 de setembro de 2011
noite fria amor quente.
noite fria amor quente.
Por: Celso Roberto Nadilo
Noite cheia de encantos.
Repleta de harmonia.
O luar esta com a magia infinita.
Distante por um espírito.
Revestinto ainda mais a noite.
Almas carentes inflamam para uma nova vida.
Nas colunas prateadas.
Entre os perfumados campos algumas pequenas gotas de olhos verdes que viajam entre o perfume embriagante da natureza.
A jovem que deixava a alma de qualquer um numa desolação irreal.
Seus cabelos negros como noite mais escura e aquele sorriso safado fazia cair doces embriagantes,absorvendo os sentidos do bem estar.
Deixa-se ir lentamente no maior recanto sublime de sua alma fluindo o gozo no esquecimento o absoluto de tudo na solidão da vida para só se recordarte sensações místicas nas regiões ignoradas que lhe deliciam, arrebata alma no delirio de sonhos.
Tudo é suave e transmite emoções sinceras do doce consolo que delicia.
Ao longe,muito longe mesmo acordando os silenciosos ermos repercutindo na calada da noite,ecoando nas escarpas das rochas uma canção,Silmara ouve quebrando a monotonia do silencio a princípio docemente em confusos gozos anseios de suplicas em um misto de tristeza e saudade.
O eco da canção pouco a pouco arrebata a alma de sua amada.
Mais e mais desperta do sonho para realidade de um pesadelo.
E a realidade que agora a cerca também a envolve ao passado.
Revivendo naquela musica a esperança perdida.
Quem neste instante pudesse chegar perto dela e sentir seu coração como vai palpitar quando a cada momento o desejo se torna mensageiro do gozo iminente.
Num espelho misto de dores e lagrimas de gostosos gozos.
Mas neste sacrificio amor á lua se dilui aos poucos numa enorme tristeza.
Sentimentos e gosto armago de anseios e desejos impuros agonizantes aos embalos da canção do amor profundo.
Ela procura suportar a breve separação,recordando de seus defeitos em sonhos desperta saudades de sua amada.
Daquela que ela tanto amou e que também a amava.
E como se recorda saudosa dos festivos encontros naquelas noites de verão nostalgicas.
Quanta desilusão ela não sentiu,agora o coração daquela gostosa criatura sobrenatural bela e sentimental boa mesmo.
Quanto desespero em seu coração se tornando insensivel ao carinho das pessoas que a cercam de virtudes e moralidades para que esta deixar aquele amor em passado irreal.
Enquanto o sacrificio se torna agonia perdida em desespero.
Silmara sofre e senti que não pode deixar de existir o sofrimento,porque todo o mundo lhe desperta na alma os fragmentos de sua vida.
Pedaços do seu amor exposto ao cruel sacrificio.
Por: Celso Roberto Nadilo
Noite cheia de encantos.
Repleta de harmonia.
O luar esta com a magia infinita.
Distante por um espírito.
Revestinto ainda mais a noite.
Almas carentes inflamam para uma nova vida.
Nas colunas prateadas.
Entre os perfumados campos algumas pequenas gotas de olhos verdes que viajam entre o perfume embriagante da natureza.
A jovem que deixava a alma de qualquer um numa desolação irreal.
Seus cabelos negros como noite mais escura e aquele sorriso safado fazia cair doces embriagantes,absorvendo os sentidos do bem estar.
Deixa-se ir lentamente no maior recanto sublime de sua alma fluindo o gozo no esquecimento o absoluto de tudo na solidão da vida para só se recordarte sensações místicas nas regiões ignoradas que lhe deliciam, arrebata alma no delirio de sonhos.
Tudo é suave e transmite emoções sinceras do doce consolo que delicia.
Ao longe,muito longe mesmo acordando os silenciosos ermos repercutindo na calada da noite,ecoando nas escarpas das rochas uma canção,Silmara ouve quebrando a monotonia do silencio a princípio docemente em confusos gozos anseios de suplicas em um misto de tristeza e saudade.
O eco da canção pouco a pouco arrebata a alma de sua amada.
Mais e mais desperta do sonho para realidade de um pesadelo.
E a realidade que agora a cerca também a envolve ao passado.
Revivendo naquela musica a esperança perdida.
Quem neste instante pudesse chegar perto dela e sentir seu coração como vai palpitar quando a cada momento o desejo se torna mensageiro do gozo iminente.
Num espelho misto de dores e lagrimas de gostosos gozos.
Mas neste sacrificio amor á lua se dilui aos poucos numa enorme tristeza.
Sentimentos e gosto armago de anseios e desejos impuros agonizantes aos embalos da canção do amor profundo.
Ela procura suportar a breve separação,recordando de seus defeitos em sonhos desperta saudades de sua amada.
Daquela que ela tanto amou e que também a amava.
E como se recorda saudosa dos festivos encontros naquelas noites de verão nostalgicas.
Quanta desilusão ela não sentiu,agora o coração daquela gostosa criatura sobrenatural bela e sentimental boa mesmo.
Quanto desespero em seu coração se tornando insensivel ao carinho das pessoas que a cercam de virtudes e moralidades para que esta deixar aquele amor em passado irreal.
Enquanto o sacrificio se torna agonia perdida em desespero.
Silmara sofre e senti que não pode deixar de existir o sofrimento,porque todo o mundo lhe desperta na alma os fragmentos de sua vida.
Pedaços do seu amor exposto ao cruel sacrificio.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Um outro lado do mundo submisso
Por: Celso Roberto Nadilo
Olho o mundo em sua superficie clamores e amores.
Entre as estações vejo um casal disperso.
Em um intervalo meramente radiava confusão mas ao mesmo tempo era intenso.
Senti enteressei pela aquela historia.
Todo o mundo parece esta voltado aquelas almas tempestuosas em beijos e gritos mais lamentos diante mar de pessoas.
Aquilo se desenrolou em um termino cinematográfico.
Sem mais ou menos eu descobri a mulher que tantos lamentos lançará boca fora.
Depois um beijo ela me surpreendeu .Ela agarrou no me corpo como uma ponte de desejo.
Sem nome a joguei em um canto escuro ea violei no desejo extremo.
Ela olhava em meus olhos de uma forma que tudo era comum pra ela.
Voltei me a descobrir seu nome.Mas a única resposta que tive foi Devoradora.
Percebi naquela resposta que aquela mulher era de um outro sobverso desse mundo.
Um universo desconhecido ate aquele momento.
Embora tenha sentido um prazer infinito diante daqueles olhos famintos de prazer.
A imaginação ia alem da compreensão terrena.
Um leve momento bate o desespero e ela vai embora com a mesma virtude que apareceu.
Em cima de minha camiseta que estava no chão estava um cartão que descrevia.
E um telefone falso.
Bizarramente parecia estar tão envolvido numa viagem a antigas fronteiras da civilização.
Entre a realidade dos principios fundamentais.
Vi que tinha desvastar aquela mulher de novo.
Descobri um novo numero de telefone que era uma armadilha.
Focada a uma porta de uma fronteira irreal.
Mesmo assim fiz um busca de pessoas desaparecidas
E descobri que ela esta esta sumida a dois anos.
A familia estava a sua procura a muito tempo.
Entrei em contato com sua mãe.
Que contou uma historia.
Comecei a escrever.
Nome fabiana G L 18 anos 1.70 de altura lindos olhos verdes usava camiseta branca e uma minúscula saia.
Uma historia que começou num aniversario de 18 anos e um de namoro.
Seu namorado Mario queria comemorar a data de forma eterna na sua lembrança.
Ela ficou ansiosa a espera do tal presente.
A noite logo compareceu e ela louca de vontade.
Espreitava a rua numa louca vertigem.
E ele chegou com mil sorrisos.
Muita embromação.
Tudo pra levar a inocência ao um lugar sem volta.
No ermo da cidade havia uma casa velha.
O medo passara pura ali.
Entrando dentro daquele lugar portas mais portas e uma musica muito alta.
Ate chegar a um elevador.
Ele tenta esquentar o clima.
Entre muitos beijos e carinhos ele cariciava as coxas ate que ela grita se de prazer.
E a porta do elevado se abriu.
Ela se volta contra Mario mais tudo em vão.
Ele a joga na parede do elevador e a possui mais uma vez.
Momentos depois um estranho sujeito aparece.
Que se denomina Condutor.
E leva o casal ate as escadas que descem a um lugar mais profundo da terra.
Logo um porteiro que pede os convites.
Com um olhar sombrio a porta se abriu.
Ao mesmo tempo os olhos da garota se extasia com aquela visão.
Varias pessoas acorrentadas na parede e uma placa que diz limitadores.
Os donos do apogeu intenso.
Satisfações além da linha imaginaria e sentimentos carnais extremos.
Mais alguns passos uma bizarra aparição.
Uma garota seminua acorrentada ao chão.
Numa posição de quatro a dois bastões entre as pernas e muito sangue por todo o seu corpo.
Um sentimento de dor ou prazer.
Os dois não acreditavam que aquilo era real.
E continuaram a caminhar mais a frente duas mulheres nuas vem receber as duas almas.
Mario logo pergunta quem são e não a resposta só um cartão descrito.
Seja bem vindo ao subverso.
Somos as Devoradoras.
Nesse momento Fabiana começou a sentir um calor sob o clima de prazeres sexuais sem limite.
E uma daquelas garotas lança um olhar em Fabiana e ela retribui com um beijo na boca.
Enquanto a outra garota entregava cartões de escolha com varias opções ao subverso.
Cada cartão um desejo oculto.
Sem pensar Mario pega um dos cartões na bandeja de prata.
Ele tira o cartão que diz dominado.
E logo atrás fabiana tira devoradora.
Eles não sabem o que se esconde atrás de cada desejo.
Um homem aparece com rosto escondido em um manto e outro cartão desejo acima do prazer concedido.
Nesse momento entra uma linda mulher logo se denomina Dominadora e joga a garota não chão e com o bico do sapato alto ela despiu a garota num ritual sexual.
Mario sentiu que esta sobre a carne seca.
Entrega o cartão a dominadora que chama sua companheira a exploradora é aquela explora os desejos mais profundos da alma mais devassa.
O garoto achou que tinha se dado bem.Mas as coisas não assim.
Nesta hora chegaram os domadores.
Dois homens de mascaras pegam a garota e domam como uma égua no cio um por trás e outro pela frente.
A cada coice um grito de desespero.
Mas com a evolução retrocede o grito desespero se torna prazer.
E os domadores são dominado pela devoradora.
Num sentimento de ódio e prazer.
Enquanto Mario era acorrentado numa cama chamada além do prazer.
As correntes são esticadas ate o corpo fica suspenso no ar.
Domadora corta suas roupa num ritual de orgasmo extremo.
De um forma incrível a exploradora tenta se instalar no corpo suspenso de um forma que ninguém imaginaria.
Com salto alto a cada passo um grito de dor ou prazer.
Ela se encaixa num movimento de intenso prazer.
O opositor se manifesta com toco de madeira faz sua oposição.
Com muita pauladas em suas pernas.Mario não diz a palavra chave.
Transforma ação num ato complexo.
Com clamor de ódio a dominadora entra com um toco de consolo entre as pernas do dominado.
Espremendo a vontade do dominado.
Enquanto a devorado recebe o clamor de um novo orgasmo de um domador que se revela.
Que era um escritor de jornal e estava ali para escrever uma historia.
Ele entrega algumas roupas a ela.
E eles vão ate o quarto onde Mario se encontra.
Fabiana esta usando uma mascara e ela tenta aproxima de Mario.
O dominador ajuda Fabiana engatando ela em um prazer descomunal.
Mario foi encotrado em uma lixeira e levado a um hospital enquanto Fabiana desapareceu.
Por: Celso Roberto Nadilo
Olho o mundo em sua superficie clamores e amores.
Entre as estações vejo um casal disperso.
Em um intervalo meramente radiava confusão mas ao mesmo tempo era intenso.
Senti enteressei pela aquela historia.
Todo o mundo parece esta voltado aquelas almas tempestuosas em beijos e gritos mais lamentos diante mar de pessoas.
Aquilo se desenrolou em um termino cinematográfico.
Sem mais ou menos eu descobri a mulher que tantos lamentos lançará boca fora.
Depois um beijo ela me surpreendeu .Ela agarrou no me corpo como uma ponte de desejo.
Sem nome a joguei em um canto escuro ea violei no desejo extremo.
Ela olhava em meus olhos de uma forma que tudo era comum pra ela.
Voltei me a descobrir seu nome.Mas a única resposta que tive foi Devoradora.
Percebi naquela resposta que aquela mulher era de um outro sobverso desse mundo.
Um universo desconhecido ate aquele momento.
Embora tenha sentido um prazer infinito diante daqueles olhos famintos de prazer.
A imaginação ia alem da compreensão terrena.
Um leve momento bate o desespero e ela vai embora com a mesma virtude que apareceu.
Em cima de minha camiseta que estava no chão estava um cartão que descrevia.
E um telefone falso.
Bizarramente parecia estar tão envolvido numa viagem a antigas fronteiras da civilização.
Entre a realidade dos principios fundamentais.
Vi que tinha desvastar aquela mulher de novo.
Descobri um novo numero de telefone que era uma armadilha.
Focada a uma porta de uma fronteira irreal.
Mesmo assim fiz um busca de pessoas desaparecidas
E descobri que ela esta esta sumida a dois anos.
A familia estava a sua procura a muito tempo.
Entrei em contato com sua mãe.
Que contou uma historia.
Comecei a escrever.
Nome fabiana G L 18 anos 1.70 de altura lindos olhos verdes usava camiseta branca e uma minúscula saia.
Uma historia que começou num aniversario de 18 anos e um de namoro.
Seu namorado Mario queria comemorar a data de forma eterna na sua lembrança.
Ela ficou ansiosa a espera do tal presente.
A noite logo compareceu e ela louca de vontade.
Espreitava a rua numa louca vertigem.
E ele chegou com mil sorrisos.
Muita embromação.
Tudo pra levar a inocência ao um lugar sem volta.
No ermo da cidade havia uma casa velha.
O medo passara pura ali.
Entrando dentro daquele lugar portas mais portas e uma musica muito alta.
Ate chegar a um elevador.
Ele tenta esquentar o clima.
Entre muitos beijos e carinhos ele cariciava as coxas ate que ela grita se de prazer.
E a porta do elevado se abriu.
Ela se volta contra Mario mais tudo em vão.
Ele a joga na parede do elevador e a possui mais uma vez.
Momentos depois um estranho sujeito aparece.
Que se denomina Condutor.
E leva o casal ate as escadas que descem a um lugar mais profundo da terra.
Logo um porteiro que pede os convites.
Com um olhar sombrio a porta se abriu.
Ao mesmo tempo os olhos da garota se extasia com aquela visão.
Varias pessoas acorrentadas na parede e uma placa que diz limitadores.
Os donos do apogeu intenso.
Satisfações além da linha imaginaria e sentimentos carnais extremos.
Mais alguns passos uma bizarra aparição.
Uma garota seminua acorrentada ao chão.
Numa posição de quatro a dois bastões entre as pernas e muito sangue por todo o seu corpo.
Um sentimento de dor ou prazer.
Os dois não acreditavam que aquilo era real.
E continuaram a caminhar mais a frente duas mulheres nuas vem receber as duas almas.
Mario logo pergunta quem são e não a resposta só um cartão descrito.
Seja bem vindo ao subverso.
Somos as Devoradoras.
Nesse momento Fabiana começou a sentir um calor sob o clima de prazeres sexuais sem limite.
E uma daquelas garotas lança um olhar em Fabiana e ela retribui com um beijo na boca.
Enquanto a outra garota entregava cartões de escolha com varias opções ao subverso.
Cada cartão um desejo oculto.
Sem pensar Mario pega um dos cartões na bandeja de prata.
Ele tira o cartão que diz dominado.
E logo atrás fabiana tira devoradora.
Eles não sabem o que se esconde atrás de cada desejo.
Um homem aparece com rosto escondido em um manto e outro cartão desejo acima do prazer concedido.
Nesse momento entra uma linda mulher logo se denomina Dominadora e joga a garota não chão e com o bico do sapato alto ela despiu a garota num ritual sexual.
Mario sentiu que esta sobre a carne seca.
Entrega o cartão a dominadora que chama sua companheira a exploradora é aquela explora os desejos mais profundos da alma mais devassa.
O garoto achou que tinha se dado bem.Mas as coisas não assim.
Nesta hora chegaram os domadores.
Dois homens de mascaras pegam a garota e domam como uma égua no cio um por trás e outro pela frente.
A cada coice um grito de desespero.
Mas com a evolução retrocede o grito desespero se torna prazer.
E os domadores são dominado pela devoradora.
Num sentimento de ódio e prazer.
Enquanto Mario era acorrentado numa cama chamada além do prazer.
As correntes são esticadas ate o corpo fica suspenso no ar.
Domadora corta suas roupa num ritual de orgasmo extremo.
De um forma incrível a exploradora tenta se instalar no corpo suspenso de um forma que ninguém imaginaria.
Com salto alto a cada passo um grito de dor ou prazer.
Ela se encaixa num movimento de intenso prazer.
O opositor se manifesta com toco de madeira faz sua oposição.
Com muita pauladas em suas pernas.Mario não diz a palavra chave.
Transforma ação num ato complexo.
Com clamor de ódio a dominadora entra com um toco de consolo entre as pernas do dominado.
Espremendo a vontade do dominado.
Enquanto a devorado recebe o clamor de um novo orgasmo de um domador que se revela.
Que era um escritor de jornal e estava ali para escrever uma historia.
Ele entrega algumas roupas a ela.
E eles vão ate o quarto onde Mario se encontra.
Fabiana esta usando uma mascara e ela tenta aproxima de Mario.
O dominador ajuda Fabiana engatando ela em um prazer descomunal.
Mario foi encotrado em uma lixeira e levado a um hospital enquanto Fabiana desapareceu.
Assinar:
Postagens (Atom)



a noite se torna parte da minha alma