quarta-feira, 28 de setembro de 2011

as labaredas de uma mulher.
Por: Celso Roberto Nadilo

Primeiro foram ao longo de um correndo negro,
como um trovão rolando nas nuvens,
Não se mexeu naquele momento,
A feitiçaria começou alucinando,
atigindo como uma fosse,
por uma lance da sombra da morte,
Ao deparar com ela se espalha,
a destruição em meio incontáveis corações.
Eram jogados de lado e outros tomaram lhe,
o lugar como um vulto hediondo lentamente,
pisando e esmagando os caídos sem se importar,
Com os sentimentos aleios a uma alma apaixonada,
Não notava a diferença entre um amor e uma aventura ou ate uma paixão

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